segunda-feira, 19 de março de 2012

Atriz Joana Fomm retorna à TV após tratar câncer de mama

19/03/2012 - 07h02 | da Folha.com
DE SÃO PAULO

A atriz Joana Fomm, 71, que passou por um tratamento contra câncer de mama em 2007, vai retornar à TV no segundo semestre.

A informação está na coluna Mônica Bergamo, publicada na edição da Folha desta segunda-feira.

Fomm foi convidada para fazer a próxima novela das seis da Globo, de João Ximenes Braga.

quarta-feira, 14 de março de 2012

Dois guerreiros sobreviventes da luta contra o câncer voltam aos palcos

Recuperada, Drica Moraes volta ao teatro após quatro anos DE SÃO PAULO
11/03/2012 - 16h05
http://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/1060286-recuperada-drica-moraes-volta-ao-teatro-apos-quatro-anos.shtml

Recuperada de um tratamento contra a leucemia, a atriz Drica Moraes volta ao teatro depois de ficar quatro anos longe dos palcos
Drica Moraes, 42, estava filmando "O Bem Amado", em 2009, "ainda de peruca de irmã cajazeira", quando recebeu um telefonema. "Temos um menino aqui. Você precisa vir à audiência amanhã." Ela pediu dispensa ao diretor Guel Arraes. "Tenho que buscar meu filho em Salvador." Ouviu de volta: "Vai, mas volte em dois dias".

A informação é da coluna Mônica Bergamo, publicada na edição deste domingo da Folha. A íntegra está disponível para assinantes do jornal e do UOL (empresa controlada pelo Grupo Folha, que edita a Folha).

Um ano e nove meses após ter feito um transplante de medula e desde 2008 longe dos palcos, ela se prepara para voltar ao teatro. Pela primeira vez tendo um filho em casa. "Tô há dois dias sem vê-lo, ensaiando direto. Minha sorte é que tenho uma mãe maravilhosa que segura todas as minhas ondas. Esqueci que trabalhar dá trabalho."

Em junho, Drica retornará também às gravações de novela. Estará no remake de "Guerra dos Sexos" (TV Globo).

Na volta aos palcos, Gianecchini se emociona em discurso ao público 14 de março de 2012

Nesta terça-feira (13), Reynaldo Gianecchini retornou aos palcos com a peça Cruel, no teatro FAAP, em São Paulo. A volta ocorreu após meses de luta contra um câncer no sistema linfático e foi sucedida por discurso do ator. "Meu coração não cabe de tanta emoção", disse o ator

sexta-feira, 9 de março de 2012

Lançamento de livro do Fernando, autor deste blog.

Dia 12 de março será lançado o livro que escrevi, com o título de "O preço de viver". O livro mistura fatos que presenciei ou vivenciei ao longo da minha vida com uma estória de ficção, que se desenvolve com muita ação e paixão. O livro tenta responder às perguntas: Qual é o preço de viver?; Quanto vale uma vida?

Inicialmente, o livro estará a venda nas lojas da Livraria Cultura, que também conta com o sistema de venda via internet.

http://www.livrariacultura.com.br/

Doe palavras

Prezados amigos e amigas do blog Vida com Câncer

Recebi recentemente uma mensagem de uma grande amiga, cujo texto transcrevo a seguir:

Vejam que projeto fantástico e eficaz, que depende apenas de um minutinho nosso:

... O Hospital Mário Penna em Belo Horizonte, que cuida de doentes de câncer, lançou um projeto que se chama "DOE PALAVRAS".

Fácil, rápido e todos podem doar um pouquinho. Você acessa o site http://www.doepalavras.com.br/, escreve uma mensagem de otimismo, curta (como twitter) e ela aparece no telão para os pacientes que estão fazendo o tratamento na sala de quimioterapia.

Podemos ajudar milhares de pessoas, enquanto elas passam pelo tratamento, com nossas mensagens!

Essa ajuda acontece de muitas formas: apoio moral, reconforto, distração (ocupam o tempo que ali passam recebendo a quimio), otimismo e muitas outras, algumas bem subliminares, mas muito efetivas.

Dizem que é linda a reação de esperança e de fé dos pacientes.

Participem, não apenas hoje, mas todos os dias.

Forneçam um pouquinho das suas palavras e de seus pensamentos. Nos custa quase nada (só um pouco de tempo) e pode realmente trazer grandes benefícios aos que sofrem dessa doença que tem tratamento de efeitos colaterais terríveis, e podem ou não promover a cura. Apoio e mensagens de otimismo são um tratamento delicioso sem efeitos colaterais negativos e ajudam muito na cura e no processo de tratamento – é uma carícia positiva.

Então? Não economizem palavras: use-as nesse projeto maravilhoso!

P.S: Não é uma corrente, mas peço que repassem para seus amigos. Quanto mais pessoas souberem, mais esse remédio será difundido.

quinta-feira, 8 de março de 2012

Roche denuncia falsificação de remédio Avastin nos EUA

http://www.jb.com.br/ciencia-e-tecnologia/noticias/2012/02/16/roche-denuncia-falsificacao-de-remedio-avastin-nos-eua/

O laboratório Roche anunciou nesta quarta-feira a descoberta de imitações de seu medicamento Avastin, destinado a combater diversos tipos de câncer, e advertiu que seu uso não é seguro.

"Fomos informados pelas autoridades americanas que foram descobertas imitações", afirmou uma porta-voz do grupo farmacêutico suízo Roche em Zurique. "A investigação está em curso e colaboramos com as autoridades" americanas, completou.

"No momento, sabemos que o produto falsificado não contém o princípio ativo do Avastin", declarou à AFP Charlotte Arnold, porta-voz da Genentech, filial americana da Roche com sede em San Francisco.

"Como consequência, não é seguro nem eficar e não deve ser utilizado. Não é Avastin (...), não trata o câncer, portanto é perigoso por definição", completou, indicando que a Roche colabora com as autoridades americanas na investigação do caso.

Vários lotes presentes nos Estados Unidos com a menção "Avastin 400 mg/16 ml" - com números de série B86017, B6011 e B6010 - foram apontados como suspeitos de serem falsificações. Genentech afirmou que os lotes falsos não se assemelham ao produto oficial, que foi aprovado pela Agência de Alimentos e Medicamentos (FDA) americana.

A FDA informou em um comunicado que enviou um e-mail advertindo "19 hospitais nos Estados Unidos que compraram medicamentos anticancerígenos não aprovados e que estes poderiam ser falsificações de Avastin".

Os hospitais compraram os remédios falsos da Quality Specialty Productos (QSP), um fornecedor estrangeiro também conhecido como Montana Health Care Solutions. A Volunteer Distribution, com sede em Gainesboro (Tennessee, leste) distribui os produtos da QSP, informou a FDA. "A FDA pediu (aos 19) hospitais que não utilizem os produtos que vieram desses distribuidores", completou a agência.

A porta-voz da Roche afirmou por sua vez que "os fornecedores mencionados na nota da FDA não estão autorizados pela Genentech a distribuir Avastin". O Avastin, utilizado para tratar o câncer colorretal, de pulmões e de rins, está entre os medicamentos mais vendidos pela Roche, com um volume de negócios de cerca de US$ 5,8 mil em 2011.

Em novembro, a FDA retirou da Roche a autorização para utilizar o Avastin em tratamentos de câncer de mama avançado, dado que o medicamento se revelou ineficaz e arriscado para essa doença.

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Tratamento personalizado muda a história do câncer de mama

Jornal do Brasil http://www.jb.com.br/sociedade-aberta/noticias/2012/02/23/tratamento-personalizado-muda-a-historia-do-cancer-de-mama/
Gilberto Luiz dos Santos Salgado

O câncer da mama é a neoplasia mais frequente no sexo feminino, com estimativa de 52.680 novos casos em 2012, conforme o Instituto Nacional do Câncer (Inca). Sabe-se que uma em cada oito mulheres desenvolverá câncer de mama em alguma fase da vida.

A presença de mutações deletéricas dos genes BRCA 1 e 2 é responsável por 4% dos casos de câncer da mama, constituindo o que chamamos de câncer de mama hereditário.

A grande maioria dos tumores de mama é esporádica. Presença de história familiar de câncer da mama e/ou ovário e de mutações deletéricas constituem pacientes de risco, necessitando um acompanhamento precoce, por meio de mamografias, ultrassonografias e ressonância magnética.

A cirurgia conservadora nos casos iniciais, complementada por radioterapia e quimioterapia - quando indicadas - oferece excelentes resultados estéticos, com percentual elevado de cura.

Nos casos de doença localmente avançada, a quimioterapia primária permite, muitas vezes, a redução da extensão da cirurgia, e posterior complemento, com quimioterapia, radioterapia ou hormonioterapia.

Com a introdução de novos agentes quimioterápicos e, em especial, das terapias alvomoleculares, além do conhecimento dos subtipos de câncer de mama, e em especial nos casos mais avançados, houve grande melhora nos resultados, com prolongamento das sobrevidas e excelente qualidade de vida.

Atualmente, é possível afirmar que o tratamento do câncer de mama é personalizado, o que modificou a história natural da doença.

Gilberto Luiz dos Santos Salgado é médico

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Plano não pode fixar limite para despesa hospitalar, diz STJ

22/02/2012
DE BRASÍLIA

O STJ (Superior Tribunal de Justiça) considerou ilegal a prática adotada por um plano de saúde que limitou em contrato o valor das despesas com internação hospitalar.

Segundo os ministros da corte, os planos não podem prever limite para a cobertura médica ou o tempo de internação. A decisão do tribunal foi divulgada hoje.

O STJ analisava o caso de uma mulher do Estado de São Paulo que morreu após tratamento de um câncer no útero. À época, ela passou dois meses internada na UTI de um hospital privado.

Durante o tratamento, o plano de saúde suspendeu o pagamento, argumentando que o valor havia atingido o teto máximo, de R$ 6.500, previsto no contrato.

A paciente obteve na Justiça uma decisão liminar, e o plano foi obrigado a cobrir os gastos até o final do tratamento (encerrado quando a paciente morreu).

A empresa responsável pelo plano de saúde recorreu à Justiça. Os tribunais paulistas entenderam que a cláusula que limitava os custos, apresentada com "clareza e transparência", era legal.

Para o STJ, que julgou o recurso, contudo, a cláusula era "abusiva, principalmente por estabelecer montante muito reduzido, R$ 6.500, incompatível com o próprio objeto de contrato do plano de saúde, consideradas as normais expectativas de custo dos serviços hospitalares".

"Esse valor é sabidamente ínfimo quando se fala em internação em UTI", afirmou o ministro do STJ Raul Araújo, que relatou o caso.

Os magistrados ressaltaram que é inviável fixar preço para as despesas com tratamento médico.

Além de pagar os custos do tratamento, o plano de saúde foi condenado a indenizar a família da paciente, em R$ 20 mil, por danos morais.