quarta-feira, 28 de maio de 2014

Novo teste de câncer de próstata pode aposentar toque retal

Portal A Tarde 06/03/2014
http://atarde.uol.com.br/cienciaevida/materias/1573761-novo-teste-de-cancer-de-prostata-pode-aposentar-toque-retal
Um teste barato, fácil e preciso para detectar o câncer de próstata pode estar disponível nos próximos meses. Estudos mostram que o novo teste, feito com a urina, pode ser duas vezes mais confiável que o exame de sangue existente para a detecção da doença.

O teste também informa aos médicos a gravidade do câncer. Além de salvar vidas, vai aposentar, segundo especialistas, o toque retal. É descrito como o maior avanço no diagnóstico do câncer de próstata em 25 anos.

Além de preciso, deve custar, quando chegar ao mercado, menos de R$40 por paciente, o que permitiria a realização de testes em todos os homens a partir dos 40 anos, como acontece com o câncer de mama.

O material foi desenvolvido por estudiosos da britânica Universidade de Surrey. Cientistas anunciaram ter chegado a um acordo com duas empresas, o que porá o teste em consultórios médicos ainda este ano.

O inventor do teste é o professor de oncologia médica Hardev Pandha, que acredita no potencial de poder detectar rapidamente a doença, salvando centenas de vidas a baixo custo.

Super-heróis homenageiam garoto que morreu de câncer aos 5 anos nos EUA

20/05/201413h16
Do UOL, em São Paulo
Cory Denton (à esq.), tio de Brayden, e amigos participam do funeral do garoto fã de super-heróis

Foram 13 meses de batalha contra um tumor na cabeça até Brayden Denton, 5, sucumbir ao câncer. O garotinho morreu no dia 8 de maio, em Kentland, Indiana (Estados Unidos), e foi homenageado amorosamente por seu tio e amigos, na semana passada, com aquilo de que mais gostava: super-heróis.

Fã do Homem-Aranha, Brayden tinha vários bonecos do personagem e de outras lendas das histórias em quadrinhos e do cinema. Sua mãe, Staci Denton, pensou que a criança não se animaria com pessoas vestidas formalmente, se pudesse escolher como seria seu funeral, então decidiu fazer a cerimônia com o que mais empolgava seu filho.

Staci usou uma camiseta do Homem-Aranha, e o tio de Brayden, Cory Denton, vestiu o traje completo do Thor. "Foi difícil, mas fiz isso por ele", disse Cory, que carregou o caixão ao lado de Homem-Aranha, Super-Homem, Hulk, Batman e Homem de Ferro.

De acordo com o divulgado pelo jornal norte-americano "New York Daily News", Brayden tinha um tipo agressivo de tumor no cérebro, terminal em 100% dos pacientes. A criança passou por tratamento com altas doses de esteroides e 30 sessões de radiação.
Staci doou para pesquisa o material retirado do tumor e quer fazer com que as pessoas saibam mais sobre a doença que levou seu filho.

Antes de partir, Brayden pôde realizar um sonho: conheceu o Homem-Aranha –de verdade--, no ano passado, nos estúdios da Universal, na Flórida

quarta-feira, 21 de maio de 2014

Câncer de próstata pode ser sexualmente transmissível, dizem cientistas


Michelle Roberts
Editora de Saúde da BBC News
Atualizado em  20 de maio, 2014 - 15:42 (Brasília) 18:42 GMT

O câncer de próstata pode ser uma doença sexualmente transmissível causada por uma infecção comum, porém muitas vezes silenciosa, transmitida durante a relação sexual, de acordo com um grupo de pesquisadores americanos.

Apesar de vários tipos de câncer serem causados por infecções, o grupo britânico Cancer Research UK, que realiza pesquisas sobre a doença, diz que é muito cedo para adicionar o câncer de próstata a esta lista.
Cientistas da Universidade da Califórnia testaram células da próstata humana em laboratório e descobriram que uma infecção sexual chamada tricomoníase ajudava no crescimento do câncer.

Agora, mais pesquisas são necessárias para confirmar essa ligação, disseram os cientistas na publicação da Academia Nacional de Ciências dos Estados Unidos (PNAS).

Infecção sexual
Acredita-se que cerca de 275 milhões de pessoas no mundo estejam infectadas pela tricomoníase. Ela é a infecção não-viral mais comum transmitida sexualmente.

Muitas vezes, a infecção não apresenta sintomas e a pessoa não está ciente de que está contaminada.
Homens podem sentir coceira ou irritação dentro do pênis, ardor após urinar ou ejacular, ou um corrimento branco no pênis.

Já mulheres podem sentir coceira ou dor na região genital, desconforto ao urinar ou um cheiro desagradável.
Esta pesquisa não é a primeira a sugerir uma ligação entre a tricomoníase e o câncer de próstata. Um estudo realizado em 2009 descobriu que um quarto dos homens com câncer de próstata mostrou sinais de tricomoníase, e estes indivíduos eram mais propensos a ter tumores avançados.

O estudo da PNAS sugere como a doença sexualmente transmissível poderia tornar os homens mais vulneráveis ao câncer de próstata, embora não seja a prova definitiva dessa ligação.

A professora Patricia Johnson e seus colegas descobriram que o parasita que causa a tricomoníase - Trichomonas vaginalis - produz uma proteína que causa inflamação e invasão de células benignas e cancerosas da próstata.

Eles dizem que mais estudos devem, agora, explorar esse dado - especialmente diante do fato de que a causa do câncer de próstata segue desconhecida.

Quebra-cabeça
Nicola Smith, do Cancer Research UK, disse: "Este estudo sugere um possível caminho pelo qual o parasita Trichomonas vaginalis poderia incentivar células cancerosas da próstata para crescer e se desenvolver mais rapidamente".

"Mas a pesquisa foi feita apenas no laboratório, e evidências anteriores em pacientes não mostraram uma clara ligação entre o câncer de próstata e esta infecção sexualmente transmissível".

"Há uma grande quantidade de pesquisas sobre o risco de câncer de próstata e estamos trabalhando duro para juntar as peças do quebra-cabeça".

Segundo ele, ainda há fatores de estilo de vida desconhecidos que parecem afetar o risco de desenvolver a doença, sem nenhuma evidência convincente de uma ligação com a infecção.

"O risco do câncer de próstata é conhecido com o aumento da idade", disse Smith.


O câncer de próstata é mais comum em homens com mais de 70 anos, e é possível que haja algum risco genético, já que a doença pode ocorrer em famílias.

terça-feira, 13 de maio de 2014

Carlos Nascimento volta ao ar no SBT e divide bancada com Sheherazade

"Ninguém crê no que o SBT fez por mim", diz Carlos Nascimento
Ricardo Feltrin
Colunista do UOL 25/04/2014

Convidado-surpresa do Troféu Imprensa que vai ao ar no próximo domingo (27), Carlos Nascimento, que enfrenta um câncer, deu depoimento comovente sobre a forma com que foi apoiado pelo SBT assim que descobriu sua doença, no final do ano passado.

Ao lado da parceira de bancada, Karyn Bravo, ele recebeu o prêmio de melhor telejornal de 2012 (o Imprensa escolhe os melhores do ano e sempre recebe vencedores de anos anteriores, para entrega da estatueta).

Silvio Santos pediu que ele dissesse algumas palavras, mas não imaginava que seu âncora levaria às lágrimas a plateia, jurados, os funcionários do SBT e até a colega Karyn.

"Quando conto às pessoas como o SBT agiu comigo, elas dizem que é mentira. Que não existe empresa assim", relatou o jornalista.

Ele se referia ao fato de, afastado para tratamento, fora do ar, ainda assim dois meses antes de seu contrato vencer, no ano passado, o SBT enviou um advogado em sua casa pedindo que ele já assinasse a renovação. "O cara falou: o Silvio falou para você assinar aqui e continuar o tratamento fora do ar. Se e quando você melhorar, você volta".

"Que empresa do mundo faria isso por um empregado e não o deixaria sem contrato?", perguntou, retoricamente, ao microfone. Ao seu lado, Karyn ficou em lágrimas. "Não vejo a hora de ter meu companheiro de volta", afirmou ela.

Nascimento também elogiou o tratamento recebido pelo hospital Sírio-Libanês. "Não imaginei que existisse um hospital assim, com aquela qualidade. Espero que ninguém fique doente, mas se um dia isso ocorrer, o Sírio é o lugar (para ir)", afirmou Nascimento, 59 anos.
Nascimento marcou a volta da bancada para o final de maio. O SBT já o incluiu como âncora na cobertura das eleições que ocorrem no final do ano. Ele, que já foi operado, continua em tratamento contra um câncer no intestino.

A premiação existe há 56 anos, e foi criada pelo jornalista Placido Manaia Nunes (1934-2007)

Carlos Nascimento volta ao ar no SBT e divide bancada com Sheherazade
  • O jornalista ainda se recupera da cirurgia que sofreu em março para tratar um câncer no reto
RIO — Carlos Nascimento volta à frente do “SBT Brasil” nesta segunda-feira. O jornalista ainda se recupera da cirurgia que sofreu em março no Hospital Sírio-Libanês para tratar um câncer no reto. A novidade é que Carlos, que irá cobrir férias de Joseval Peixoto, estará na bancada ao lado de Rachel Sheherazade.

Ele está afastado do SBT desde setembro do ano passado, após ser diagnosticado com câncer. A última aparição de Carlos na emissora foi no último dia 27 de abril para receber o Troféu Imprensa na categoria jornalismo ao lado da colega Karyn Bravo. Visivelmente mais magro, o âncora emocionou o público e os jurados presentes no evento.

Quando começou seu tratamento, o contrato de Carlos Nascimento com o SBT já estava no fim. Porém, no dia 17 de dezembro do ano passado, dois meses antes do término do vínculo com a emissora, uma pessoa enviada por Silvio Santos bateu à porta de sua casa para renovar seu contrato. Assim, ele teria condições de ter um tratamento tranquilo, de acordo com assessoria de imprensa da emissora.

quarta-feira, 30 de abril de 2014

Vínculo entre dieta e câncer não é tão claro como se pensava, diz cientista


George Johnson
The New York Times
29/04/201419h07 > Atualizada 30/04/201409h21

Dar uma passada numa livraria ou navegar pela internet pode deixar a impressão que evitar o câncer é praticamente uma questão de observar o que se come. Várias fontes promovem os poderes protetores das "supercomidas", ricas em antioxidantes e outros fitoquímicos ou aconselham os leitores a copiar as dietas de camponeses chineses ou dos moradores das cavernas do Paleolítico.

Porém, existe uma divisão gritante entre o folclore nutricional e a ciência. Durante as últimas duas décadas a ligação entre os alimentos que ingerimos e a anarquia celular chamada câncer tem sido desemaranhada fio a fio.

Esse mês, no encontro anual da Associação Americana para a Pesquisa do Câncer, evento enorme que atraiu mais de 18.500 pesquisadores e outros profissionais, os resultados mais recentes sobre dieta e câncer ficaram relegados a uma só sessão de pôsteres e algumas apresentações isoladas. Havia indícios de que o café pode reduzir o risco de alguns tipos de câncer e mais estudos sobre os possíveis efeitos da vitamina D. Tirando isso, não havia muito a ser dito.

Na sessão plenária de abertura, Walter C. Willett, epidemiologista de Harvard que passou muitos anos estudando o câncer e a nutrição, soou quase pesaroso ao informar o status da situação. Embora seja verdade para outras doenças, quando se trata do câncer existem poucas provas de que frutas e verduras protejam ou que alimentos gordurosos sejam ruins.

Tudo que pode ser dito com alguma certeza é que controlar a obesidade é importante, da mesma forma que para doença cardíaca, diabetes do tipo dois, hipertensão, derrame e outras ameaças à vida. Evitar o excesso de álcool tem benefícios claros. Porém, a menos que a pessoa esteja extremamente desnutrida, a influência de alimentos específicos é tão pequena que o sinal facilmente se perde em meio ao ruído.

A situação parecia muito diferente de 1997, quando o Fundo Mundial de Pesquisa Contra o Câncer e a Associação Americana para a Pesquisa do Câncer publicaram um relatório, grosso como uma lista telefônica, concluindo que dietas ricas em frutas e hortaliças podem reduzir o risco total da incidência de câncer em mais de 20%.

Após analisar mais de 4.000 estudos, os autores estavam convencidos de que os vegetais verdes evitavam câncer de pulmão e de estômago. O câncer de intestino e de tireoide pode ser evitado por brócolis, repolho e couve-de-bruxelas. Cebola, tomate, alho, cenoura e frutas cítricas pareciam desempenhar papéis importantes.

Em 2007, um grande acompanhamento reverteu todas as descobertas. Embora alguns tipos de hortifrútis possam ter benefícios sutis, os autores concluíram que "em nenhum caso existe prova de uma proteção eficaz".

O motivo para essa mudança se deu mais por meio da epidemiologia. Os primeiros estudos tendiam a ser "retrospectivos", valendo-se da memória das pessoas sobre sua dieta alimentar de um passado distante. Esses resultados foram derrubados por protocolos "prospectivos" nos quais a saúde de grandes fatias da população foi acompanhada em tempo real.

Carne vermelha
A hipótese de que comidas gordurosas sejam uma causa direta de câncer também foi esmagada, em conjunto com a defesa de se comer mais fibra. A ideia de que a carne vermelha cause câncer do intestino está envolta em ambiguidade. Duas metanálises publicadas em 2011 chegaram a conclusões contraditórias: uma encontrando um pequeno efeito e a outra, nenhum tipo de vínculo.

Se hambúrgueres são carcinogênicos, o efeito parece ser brando. Um estudo sugere que um homem de 50 anos comendo uma quantidade grande de carne vermelha – cerca de 150 gramas diárias – aumenta as chances de ter câncer colorretal de 1,28% para 1,71% durante a década seguinte. Considerando-se uma população de milhões, isso teria um efeito. Do ponto de vista individual, nem parece preocupar.

Tentar arrancar efeitos fracos de um emaranhado de variáveis, muitas das quais desconhecidas, conduz inevitavelmente a um cabo de guerra de estudos contraditórios. Enquanto a reunião de San Diego chegava ao fim, um novo relatório sobre dietas com alta gordura e câncer de mama sugeria haver afinal uma conexão.

Até mesmo com os estudos mais rigorosos, é difícil ajustar o que os epidemiologistas chamam de fatores que causam confusão: quem costuma comer frutas e hortaliças com frequência, provavelmente pesa menos, se exercita mais e cuida da saúde de outras formas.

Estudos
Parte disso pode ser resolvido com estudos clínicos controlados aleatórios, com dois grandes grupos de pessoas aos quais se atribui arbitrariamente dietas diferentes. Entretanto, tais estudos são caros e as regras são difíceis de serem aplicadas a curto prazo – e provavelmente impossíveis ao longo dos muitos anos que leva para o câncer se desenvolver.

A ênfase do encontro estava em outras coisas: novas imunoterapias, o papel da inflamação crônica e os subterfúgios infinitamente intricados das células cancerosas. Com o foco na nutrição, Willett parecia a pessoa excêntrica do grupo.

"Dieta e câncer se revelaram muito mais complexos e desafiadores do que qualquer um de nós esperava", disse, magro como uma vara.

Havia alguns motivos para otimismo. Um estudo do ano passado sugeria que embora comer muita fruta e verdura não tivesse efeito sobre o câncer de mama, as hortaliças poderiam reduzir a ocorrência de um tipo chamado estrógeno negativo. Reduzir leite e derivados pode possivelmente diminuir o risco de câncer de próstata.

Enquanto os epidemiologistas começam a acompanhar a saúde de populações mais jovens, Willett esperava que mais influências da dieta pudessem surgir.

Naquela noite na recepção organizada pelo Centro de Câncer Dr. Anderson, os convidados atacaram um bufê suntuoso que incluía entre outras coisas grossas fatias de rosbife, diversos tipos de queijos suculentos e várias opções de vinho. No dia seguinte, os cientistas estavam de volta ao encontro, café na mão e correndo de uma sessão para a outra.

Alguém deve ter parado para estudar uma exposição no restaurante do centro de convenção em homenagem aos 50 anos do alerta do Ministério da Saúde ligando tabaco ao câncer.

Ao conter essa doença, a campanha contra o tabaco foi a coisa mais perto de um triunfo. Contudo, agora que o cigarro está desaparecendo nesse país, a obesidade cresce. Para Willett, ser gordo (e não comer gordura) pode causar mais tipos de câncer fatais do que os cigarros.

sexta-feira, 25 de abril de 2014

Exame para pacientes com câncer será ofertado pelo SUS

ESTADÃO 23/04/201420h28

Brasília - Um exame considerado por médicos como fundamental para o acompanhamento de pacientes que tiveram ou estão com câncer, o PET-CT, passará a ser ofertado no Sistema Único de Saúde. A inclusão ocorre com atraso de pelo menos 13 anos em relação às clínicas particulares e num formato ainda muito acanhado, avaliam sociedades médicas.

O acesso será permitido para pacientes com linfoma, com câncer de intestino grosso com lesão hepática e em alguns casos de câncer de pulmão. Uma lista de opções bem menor do que a ofertada para usuários de planos de saúde. Desde o início do ano, operadoras são obrigadas a garantir o exame para pelo menos oito indicações. Entre elas, casos de câncer de mama, de pele e cabeça e pescoço.

"É o primeiro passo, mas esperávamos mais", afirmou o presidente da Sociedade Brasileira de Medicina Nuclear, Celso Ramos. De acordo com ele, um número considerável de estudos demonstram que o uso do PET permite uma economia na área de saúde. "Os tratamentos são mais dirigidos. Evitam-se cirurgias e tratamentos desnecessários e, além disso, o exame traz mais chances de diagnosticar precocemente novos focos de câncer no paciente."

A assessora técnica da Secretaria de Atenção à Saúde, Inez Gadelha, rebate as críticas. "A decisão foi adotada de acordo com critérios rígidos, em evidências que demonstram quais as melhores indicações, com melhores resultados." Inês afirmou não conhecer o rol de procedimentos da ANS. "O que posso dizer é que nos baseamos nas evidências mais robustas." Ela avalia ainda que sociedades médicas têm tendência de supervalorizar determinados exames de diagnóstico. "São clínicas particulares. É legítimo o interesse mas temos de ser criteriosos."

Público.

Pelos cálculos do Ministério da Saúde, 20 mil pacientes serão diretamente beneficiados pelo exame. O investimento com os exames será de R$ 31 milhões anuais. Além de uma indicação acanhada, Ramos disse estar preocupado com a forma de implantação do sistema. Embora o PET de forma geral tenha um impacto positivo na economia, ele é um exame caro. A dose do radiofármaco usado no teste custa, em média R$ 800. "É preciso garantir que o tratamento seja feito com qualidade. De nada adiantaria pagar pelo procedimento uma quantia baixa se houver uma redução na qualidade do teste", disse. A incorporação do PET no SUS não será imediata. O governo terá até 180 dias para regular como e quando isso será feito.
Lígia Formenti