Muita paz, saúde e felicidade.
quinta-feira, 16 de dezembro de 2021
Biossimilares no tratamento do câncer de mama
Tratamentos
Os biossimilares são
medicamentos de alta tecnologia e que oferecem oportunidade de ampliação das
alternativas terapêuticas para diferentes doenças, incluindo o câncer.
O desenvolvimento e a
comercialização desses medicamentos viabilizaram a obtenção desses produtos a
custos mais baixos, favorecendo o acesso pela população.
Câncer de mama no Brasil
O câncer é
uma doença crônica e degenerativa que acomete pessoas de diferentes idades,
etnias, sexos e localizações geográficas. No mundo, é responsável por cerca de
13% de todas as mortes, ou seja, mais de 7 milhões de óbitos por ano. O câncer de mama corresponde
a 22% de todos os novos casos e está em primeiro lugar entre os diagnósticos da
doença em mulheres, no Brasil. Apesar de infrequente, também pode acometer
homens.
Segundo o Instituto Nacional de
Câncer (INCA) esse tipo de câncer é causado pela multiplicação desordenada das
células da mama que, nesse processo, formam um tumor. Existem diferentes tipos
de câncer de mama que podem evoluir de variadas formas: alguns mais rápido,
outros mais devagar. Recentes estudos oncológicos utilizam quatro
classificações para os tipos de câncer de mama, sendo eles o luminal A,
luminal B, HER2-positivo e triplo negativo.
Recentemente, as taxas de
mortalidade pela doença vêm crescendo significativamente e alguns acreditam que
isso se dê por conta do grande número de diagnósticos feitos quando o câncer de
mama já se encontra em estágios avançados. O diagnóstico precoce ainda é o
maior objetivo quando se pensa em aumentar as taxas de cura e de reabilitação,
possibilitando o uso de tratamentos menos agressivos. O tratamento do câncer de
mama é complexo e administrado de acordo com o estágio da doença, podendo
incluir quimioterapia, cirurgia, radioterapia, hormonioterapia e imunoterapia;
pode também ser realizada a combinação de uma ou mais dessas terapias.
Biofármacos, biossimilares e o
câncer de mama no Brasil
A produção
e comercialização dos medicamentos biológicos promoveram um avanço nos
tratamentos oncológicos e uma melhora significativa na qualidade de vida dos
pacientes. Quando as patentes de diversos desses medicamentos expiraram, algumas
indústrias farmacêuticas se empenharam no desenvolvimento do que chamamos de
biossimilares – uma alternativa que possibilitou maior acesso ao tratamento
porque diminuiu os custos para os sistemas de saúde.
Fármacos biossimilares são,
como diz o nome, medicamentos altamente similares aos medicamentos biológicos
de referência, com eficácia e segurança equivalentes, e cuja principal diferença
encontra-se no processo de produção. São produtos biológicos complexos com
mecanismos de ação extremamente específicos, produzidos a partir de organismos
vivos modificados geneticamente e usados para o tratamento de diversas
patologias.
https://www.biossimilaresbrasil.com.br/tratamentos/biossimilares-no-tratamento-do-cancer-de-mama
terça-feira, 16 de novembro de 2021
Miranda McKeon, de ‘Anne With an E’, faz cirurgia para retirada das mamas
Por Flavia Almeida
Miranda McKeon com as mãos na cntura, de camiseta rosa
Há cinco
meses a atriz Miranda McKeon, de 19 anos, revelou que havia sido
diagnosticada com câncer de mama. Agora a jovem artista passou por uma
mastectomia dupla, cirurgia que consiste na retirada das duas mamas.
A atriz, que integra o elenco da série “Anne With an E”, usou as redes
sociais para falar sobre a cirurgia uma hora antes de iniciar o procedimento.
“Hoje é um grande dia. Cheguei para fazer a cirurgia que eu havia
antecipado há cerca de cinco meses. Farei uma mastectomia dupla – procedimento
que remove todo o tecido mamário sob a pele dos dois lados, bem como alguns
gânglios linfáticos no meu lado direito”, explicou.
“Isso vai me livrar de qualquer câncer e diminuir significantemente o
risco de recorrência no futuro. Isso também quer dizer que ficarei livre do
câncer.”
Miranda ainda
agradeceu a todo apoio das pessoas próximas e afirmou que é “uma garota de
sorte”.
PROCEDIMENTO BEM SUCEDIDO
Horas após
a cirurgia, Miranda McKeon voltou às redes sociais e afirmou
que o procedimento foi bem-sucedido.
“A cirurgia correu super bem. Estou com um pouco de dor e não posso me
movimentar muito, mas de um modo geral, vejo uma recuperação tranquila pela
frente. Minha programação para os próximos dias: gerenciar a dor, dormir,
assistir shows e talvez fazer lição de casa. Estou me sentindo ambiciosa.”
“Isso eliminará qualquer câncer e diminuirá significativamente meu risco
de recorrência no futuro”, finalizou a jovem de 19 anos.
NOTA do Vida com Câncer: Muita gente confundiu e achou que a Miranda fosse a atriz principal da série, a Amybeth McNulty
terça-feira, 9 de novembro de 2021
O câncer pode “voltar”? Qual a chance? Por que retorna?
PUBLICADO POR HOSPITAL ISRAELITA ALBERT EINSTEIN EM 31/01/2020 | ATUALIZADO EM 30/03/2020
O câncer pode voltar mesmo após um tratamento correto, com cirurgia, radioterapia e/ou quimioterapia. O risco da doença retornar depende do tipo do tumor, pois existem tumores com chances maiores de voltar do que outros, e do tamanho do tumor ao ser diagnosticado, também chamado de estadiamento.
Por Dr. Diogo Bugano , oncologista do Hospital Israelita Albert Einstein/ CRM SP 139 559
Como eu tenho certeza que o câncer não “voltou”?
A certeza de que o câncer não voltou vem com o
acompanhamento. Caso após 5 anos o paciente continue bem e tenha os exames
todos normais, sabemos que o câncer não voltou
Quando o câncer “volta” é sempre no mesmo lugar?
Não necessariamente. Existem tumores com uma tendência de
voltar sempre no mesmo lugar. Outros, já têm maior risco de voltar em outras
partes do corpo.
Como a doença “espalha”?
Esse é um processo complexo e a cada ano aprendemos melhor
como funciona, para poder combatê-lo melhor. Em geral são necessárias 2 etapas:
as células tumorais devem conseguir atingir outros órgãos (em geral levadas
pelos vasos linfáticos, pelo sangue ou simplesmente crescendo localmente) e, ao
chegar neste novo local, devem resistir aos mecanismos de defesa do corpo, que
identificam aquela célula como doente e tentam destruí-la.
Este processo acontece antes de o tumor ser retirado ou tratado com radioterapia. Assim, quando parece que a doença “voltou” após uma cirurgia, na verdade ela sempre esteve lá, mas era muito pequena e não era vista pelos exames.
Quanto tempo após tratar um câncer para estar curado?
Como cada tumor é diferente, isso muda para cada doença.
Porém, em geral, após 5 anos de seguimento os pacientes são considerados
curados.
Qual acompanhamento precisa ser feito?
O acompanhamento vai depender da cada tumor. Em geral
envolve consultas médicas, exames de sangue e de imagem, como a tomografia. O
acompanhamento é mais próximo nos primeiros anos após o tratamento e vai
ficando menos frequente com o passar do tempo
https://vidasaudavel.einstein.br/o-cancer-pode-voltar-quanto-tempo-para-estar-curado/
quinta-feira, 7 de outubro de 2021
sexta-feira, 17 de setembro de 2021
Grupo doa próteses para sobreviventes do câncer de mama
A prótese areolar criada no Natalia Beauty é feita com silicone de grau
médico autocolante
REPRODUÇÃO/PEXELS
Objetivo é contribuir no resgate da autoestima de
mulheres vítimas de câncer de mama que passaram por mastectomia
- 17/09/2021 - 02H00
O Grupo Natalia Beauty abre inscrições para o Projeto FlowRescer, uma
ação com o intuito de resgatar a autoestima de mulheres sobreviventes do câncer
de mama. Desde a primeira edição, realizada em janeiro deste ano, já foram mais
de 10 mil mulheres ajudadas por meio da distribuição de próteses mamárias. E a
previsão é de distribuir mais de 100 mil até o final do ano.
"Mulheres que se submetem a retirada da mama podem desenvolver
baixa autoestima e tendem a limitar suas interações sociais. Nosso propósito é
resgatar a autoestima dessas mulheres, sua confiança e liberdade. É como um
toque final no processo de cura, é o FlowRescer", afirma Natalia Martins,
CEO do grupo.
Para receber a prótese gratuitamente em casa, em qualquer região do
Brasil ou fora dele, as mulheres interessadas devem se inscrever por meio do
formulário disponível no site.
Prótese adequada
Além disso, para garantir a adequação, é preciso enviar foto da mama
para análise especializada da equipe técnica, conduzida por Éderson Orlandi,
professor especialista em prótese e anaplastologia. Essa área da medicina é
focada na reabilitação do paciente que sofreu desfiguramento, e se dá por meio
da criação de próteses restaurativas, o que possibilita a recuperação funcional
e estética da área afetada.
"Quando o médico diagnostica que a área afetada não pode ser
reabilitada por meio de cirurgia plástica, a anaplastologia vem como uma
alternativa. No caso da aréola, por exemplo, ela representa a feminilidade e,
quando a mulher recebe a prótese, ajudamos a recuperar não só a estética, mas
reabilitamos a alma", afirma o especialista.
Tempo de vida da prótese
A prótese areolar criada no Grupo Natalia Beauty é feita com silicone de
grau médico autocolante. Para as mulheres que desejam ainda mais segurança na
hora de usá-la, recomenda-se adquirir uma cola especial.
De acordo com Natalia Martins, a prótese fica fixa na pele por cerca de
40 dias, mas, após esse período, basta higienizar, reaplicar a cola e usar a
mesma prótese, que tem prazo de validade indeterminado.
"A duração dessa prótese vai depender do bom uso e da higienização
adequada, que deve ser feita com uma gaze umedecida com soro fisiológico. É bem
simples", finaliza a empreendedora.
Nanopigmentação paramédica
Além da doação de próteses de aréola, o Grupo Natalia Beauty também
oferece, de forma gratuita, a reabilitação da aréola por meio da
nanopigmentação paramédica, uma evolução da micropigmentação.
O procedimento é semipermanente, não invasivo, e consegue reproduzir a
aréola por meio da pigmentação superficial da pele. Durante o procedimento, o
profissional cria efeitos e traços específicos que se assemelham ao aspecto
natural da mama. As mulheres interessadas devem agendar o procedimento no
próprio site do grupo.
https://virtz.r7.com/grupo-doa-proteses-para-sobreviventes-do-cancer-de-mama-17092021
quarta-feira, 11 de agosto de 2021
Novidades em tratamentos oncológicos aumentam esperança de pacientes
Alguns anos atrás, acreditava-se que não havia vitória no combate ao câncer, com a evolução da medicina oncológica, os tratamentos foram se mostrando eficientes para dar mais qualidade de vida aos pacientes tratados. A Revista conversou com especialistas que contaram o que há de novo nesses tratamentos
O câncer é a segunda causa de
morte em todo o planeta, ficando atrás apenas das doenças cardiovasculares, mas
a estimativa é que assuma a liderança do ranking até 2025, quando deverá ser
responsável por 6 milhões de falecimentos no ano.
Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), atualmente 43,8 milhões de pessoas no planeta vivem os cinco anos de prevalência da doença, sendo que 1,3 milhão delas estão no Brasil. Considerando apenas as estimativas de novos casos previstos pelo Instituto Nacional do Câncer (Inca), até o final do último ano, 625 mil brasileiros foram diagnosticados com câncer. Diante desse cenário, um dos questionamentos que surge é de que forma o sistema de saúde brasileiro tem se preparado para atender essa demanda.
O oncologista, fundador e presidente do Conselho de Administração do Grupo Oncoclínicas, Bruno Ferrari, explica que do ponto de vista técnico, a qualidade dos profissionais brasileiros não deixa a desejar de nenhum americano, asiático ou europeu. “O que existia de gap no Brasil era estrutural, além de estratégias e projetos que olhassem a oncologia a longo prazo.”
Para ele, está sendo construído um perfil específico da oncologia brasileira. “Ela deixa de ser nos últimos anos uma oncologia de alto nível técnico mas muito espelhada no que acontece fora do Brasil de uma maneira não estruturada, para uma linha de cuidado mais específica com um DNA nacional.”
Bruno Ferrari detalha que o tratamento oncológico oferecido no Brasil é de alta qualidade. “Obviamente é preciso melhorar os incentivos às pesquisas e outras estratégias de acesso para que todos os brasileiros tenham amplo acesso ao diagnóstico precoce e às melhores alternativas de tratamento. Mas estamos evoluindo e, mesmo com a pandemia, vimos os sistemas de saúde público e privado se organizarem para assegurar fluxos seguros a pacientes de outras doenças que necessitam ir aos hospitais, caso de muitos pacientes oncológicos.”
O que há de novo?
Robôs no suporte às cirurgias
As novas abordagens no tratamento oncológico incluem práticas inovadoras para a retirada de diferentes tumores. A cirurgiã torácica, líder de cirurgia do Grupo Oncoclínicas, Paula Ugalde, explica que tais avanços são devido a fusão da tecnologia com a medicina. “Essas práticas estão conquistando espaços importantes nas condutas oncológicas. Nesse sentido, o uso da robótica já faz parte do presente no tratamento do câncer e compõe o arsenal de alternativas que melhoram a qualidade de vida dos pacientes. Esses procedimentos cirúrgicos inovadores reduzem o tempo de internação, de exposição a infecções e contribuem efetivamente para o bem-estar do paciente.”
A integração da robótica aos procedimentos oncológicos, têm permitido a realização de cirurgias cada vez mais complexas, e minimamente invasivas. “Quando falamos em procedimentos minimamente invasivos, estamos na prática dizendo que há menor agressão ao paciente — quando operamos um paciente, estamos 'machucando' o corpo para tratar uma condição específica. Quanto menos a gente mexe com o corpo dessa pessoa, menos 'agride', melhor é a recuperação no geral”, detalha Paula Ugalde.
A evolução nos tratamentos de câncer se deve ao uso das tecnologias robóticas. Nas Américas, o Brasil é um dos países que têm mais robôs, para os pacientes com câncer, o resultado é excelente. “Podemos dizer que isso se traduz esteticamente em cicatrizes menos visíveis ou até mesmo inexistentes e obviamente em uma recuperação pós-cirúrgica facilitada, que contribui positivamente em toda a jornada de combate ao câncer e bem-estar como um todo do paciente.”
Genômica: essencial e cada vez mais presente no combate ao
câncer
A individualização da linha de cuidado integral, desde o diagnóstico mais preciso até a definição da conduta de tratamento mais indicada, tende a ditar o tom para o tratamento de câncer agora e nos próximos anos. “Com o rastreamento do genoma e do DNA desses tumores, conseguimos saber suas particularidades e assim, encontrar a melhor forma de combater o seu avanço. E isso tem sido feito e os avanços nesses mapeamentos acontecem todos os dias, coletamos informações clínicas e genéticas para construirmos a base da inovação científica”, conta Rodrigo Dienstmann, diretor científico da Oncoclínicas Precision Medicine.
E se o diagnóstico precoce do câncer segue sendo o jeito mais efetivo de garantir melhores chances de respostas às terapêuticas aplicadas, a chamada oncologia de precisão traz respostas assertivas para que a medicação adotada atinja o alvo com grande acurácia, sob medida para as características da doença de cada indivíduo. “Isso significa que, com a ajuda da análise dos biomarcadores tumorais, ou seja, das alterações genéticas identificadas nas células daquele tumor específico e que trazem importantes informações para nos ajudar a desvendar o mecanismo da doença de acordo com cada caso de forma personalizada, podemos oferecer as melhores alternativas de tratamento em prol da qualidade de vida do paciente”, ressalta o especialista.
Bruno Ferrari conta que falar em prever o futuro da oncologia no atual cenário é um desafio, mas o acúmulo de dados integrando a genômica vai ter um grande impacto na seleção de tratamento e no suporte continuado ideal. “Eu acredito que a genômica, como outras tecnologias, vai permitir um olhar de lupa nos tumores; vamos individualizar ainda mais o tratamento de maneira real e já estamos chegando nesse momento. Eu não vejo alternativa pro futuro se não integrar a genômica à prática rotineira da oncologia.”
Imunoterapia avança para outros tratamentos
A ciência como aliada da prática médica se aplica ainda ao desenvolvimento de medicações cada vez mais personalizadas. Neste sentido, Carlos Gil enfatiza a ampliação do uso da imunoterapia no tratamento de mais tipos de câncer. Segundo ele, a técnica consiste em fortalecer certos aspectos da imunidade do paciente para que o próprio corpo combata o tumor. A verdadeira “arma secreta” contra o câncer, diz ele, está em nós mesmos:
“Os imunoterápicos já são parte da nossa realidade e tendem a se aperfeiçoar e ganhar espaço. Há cerca de dois anos esse tipo de medicação era usada apenas em alguns poucos casos de câncer, como o melanoma — tipo de câncer de pele — , mas agora ela já tem sido recomendada para tipos de tumores nas mamas, nos rins, gastrointestinais, pulmão, leucemia, linfoma e sarcoma. E não deve parar por aí”, destaca.
“A imunoterapia veio para ficar e nesse futuro próximo figura como alternativa bastante viável para o enfrentamento do câncer com ainda mais assertividade”, detalha Bruno Ferrari. Segundo o profissional, existe uma expectativa de que em 2023, 70% dos pacientes com câncer serão candidatos a alguma forma de imunoterapia - tratamento que consiste em estimular com uso de medicação o sistema imunológico do paciente para que ele reconheça as células malignas e as combata. “É um caminho se integrando de forma inteligente ao tratamento.”
Universalização do acesso às melhores condutas aos pacientes e compartilhamento de conhecimento entre especialistas caminham lado a lado
“O atendimento oncológico pode e deve ser multidisciplinar, integral e simultâneo. O que praticamos durante o simpósio de forma explicativa é o que queremos praticar no nosso dia a dia”, diz o oncologista Sergio Jobim Azevedo, coordenador científico do 8º Simpósio Internacional Oncoclínicas, que aconteceu em novembro de 2020.
Para ele, esse processo de democratizar e universalizar o conhecimento médico é amplamente favorecido pelo formato digital, uma das heranças positivas da pandemia. “Toda a programação foi disponibilizada de forma gratuita para médicos, estudantes de medicina e outras profissionais de saúde. Uma pessoa que está no extremo norte ou sul do país pode compartilhar desse momento”, reforça.
“O valor da cooperação entre especialistas é uma das principais mensagens que trouxemos. Tivemos a oportunidade de reunir os maiores especialistas em oncologia clínica, cirurgia oncológica e análise genética do Brasil e exterior para debater o que há de mais avançado nestes segmentos e compartilhar este conhecimento com médicos de todo o país. Unir as equipes envolvidas na linha de cuidado com certeza agrega muito no resultado final para o paciente”, acrescenta Sergio Azevedo. Ele ressalta que informações sobre os tratamentos, avanços, conquistas e desafios na luta contra o câncer precisam ser sempre compartilhados. Munidas dessas informações, as comunidades médica e científica conseguem evoluir e cobrar respostas por parte do poder público.
“Acredito piamente que a informação científica não deve ter barreiras. Só evoluiremos se caminharmos juntos. O câncer atinge toda a população, de classes altas e baixas e de todos os níveis de renda. Precisamos trabalhar na ampliação do entendimento sobre esses avanços tão significativos para que eles não fiquem restritos a um círculo fechado de especialistas e sejam disponibilizados rapidamente à população. É preciso garantir acesso ao melhor tipo de tratamento para todos”, finaliza.
*Estagiária sob a supervisão de José Carlos Vieira
https://www.correiobraziliense.com.br/revista-do-correio/2021/01/4902721-novidades-em-tratamentos-oncologicos-aumentam-esperanca-de-pacientes.html




